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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

What's a girl to do?


Na foto: Fernando lê um livro. :O

O Bial não tava perguntando das grandes conquistas do movimento feminista? Pois aí está mais um pra entrar na pauta: direito de ser VILÃ em BBB. Que mané ganhar um milhão. Mara e Cida levaram e o mundo cagou com a vitória delas. Eu quero ver uma mina ser reconhecida como um Jean Massumi ou um Cobra ao fazer o Projac tremer de acordo com seus ciclos menstruais. Mas a regra é clara, mulheres à beira de um ataque de nervos são eliminadas no primeiro mês, sem dó nem piedade. Falta uma Tyra Banks protegendo as vilãs com potencial. Perdemos a chance com a eliminação de Thalita. Só sobraram as participantes domesticadas, Natália inclusive. Pensei na Bianca enquanto papagaio de pirata, agora em vôo solo, mas nem.

Outra vantagem para manter o elemento bitch dentro do programa é barraco. Como aprendemos em Seinfeld, CATFIGHT é o canal. Se eu quisesse ver briga de homem tava na balada [sic]. E o clímax da briga foi o barraco de domingo mesmo, agora eles se amansam. Outra: esqueceram de avisar pro Marcelo que levar porrada NÃO é estratégia. Como explicado com Tina no BBB2, os DOIS participantes são eliminados. E homem não apanha de graça, como diz a máxima, se um não quer, dois não brigam. Fica a campanha, diga não ao bitchslap.

Diria também que os problemas da Thalita eram mais comportamentais do que de estratégia de jogo, mas Inês é morta. Esse lance de proteger as mulheres é boa e velha panelinha, se você não entrou numa, engole o choro e assume o loser-pride.

(Os rumos do jogo estão a ser decididos nessa semana. Ei, Boninho, vê se cria uma prova de líder decente em vez de copiar idéias de episódios de Friends.)