O que eu vou falar aqui não contém nenhum tipo de novidade. O caso é que eu acho engraçada mesmo a argumentação da produção da Globo na hora de inventar a primeira festa. Dionísio, Baco ou o cacete: uma festa com o tema vinho. Da até pra imaginar o Boninho falando "se tiver um único fígado sobrando amanhã cedo, é todo mundo pra rua". Não lembro de ter visto uma água ou um suco de laranja light rolando. E aí você coloca um monte de pessoas que não sabem nem os nomes umas das outras pra fazer esta farra e eu aqui, bebendo água de filtro Europa. E o melhor é quando o Bial da bronca que as pessoas exageraram. (Não acho que houve excesso a ser mencionado no próximo programa, estou falando enquanto uma coisa genérica de outras edições).
E sobre o casal, ah, que coisa sem graça. A começar pela burrice que é amarrar o burrinho nesta ou naquela sombra logo de cara: muito ruim pra quem quer jogar - até se não ficarem pagando de casalzinho depois. E repito: ninguém se conhece direito na casa. É pegação sem contexto. É tipo gente que vai em boteco com mesa de plástico e cerveja de garrafa e fala sem nenhum pudor: "moço, eu quero uma vodka com gelo".
Querem saber mesmo? Eu não fui com a cara da Natália... o problema é esse...
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
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